Como acabar com seu analista sem sofrimento

Após anos de análise, às vezes, existem pacientes que não querem mais levar adiante o tratamento e optam pelo encerramento. O analista tenta fazê-lo mudar de ideia, porém a pessoa está irredutível. O que fazer neste momento?

A maioria das pessoas vai à procura desse profissional quando querem resolver algum problema de forma mais rápida.

As dificuldades são as mais diversas, como um término de casamento, por exemplo. E assim que em sua mente está tudo bem, decidem romper as sessões. Mas será que realmente é a hora certa de encerrar o tratamento?

Os pacientes pesquisam desde psicólogos até aos psicoterapeutas mais alternativos, como os behavioristas. Os últimos são aqueles analistas que tomam por base de estudo o comportamento do indivíduo.

PORQUE QUEREMOS ENCERRAR DE FATO A ANÁLISE?

Como dito acima, os motivos que levam as pessoas a procurarem um terapeuta são vastos, porém quando acham que já sabem de tudo, ou simplesmente que se julga não precisar fazer análise, encerram completamente.

Há aqueles também que percebem que é mais difícil terminar com o analista do que dar um basta numa relação arrastada por anos com o marido.

Hoje em dia, os namoros ou casamentos parecem ter prazo de validade. É muito mais comum as pessoas estarem se divorciando do que comemorando 15 anos de companheirismo.

Às vezes, a relação entre terapeuta e paciente está excelente que leva ao comodismo e estar adaptada àquela situação diária. Por isso, é ainda mais difícil terminar a “relação” de vez e seguir seu próprio caminho sem precisar dividir suas angústias deitada em um divã.

LOGÍSTICA E BLEFES

Com o passar do tempo, algumas pessoas sentem necessidade de criarem um ponto de fuga em vez de lutarem. Ao ponto que ficar para brigar com alguém, também não é a atitude correta a se tomar.

Quando o paciente se dá conta de que não é viver em um constante conflito, e sim, desenvolver formas de lidar melhor com ele, as coisas fluem melhor no dia a dia.

A relação como os animais reagem diante de situações que não sabem lidar são apenas duas: ou fogem ou ficam e lutam até o fim, por uma questão de sobrevivência.

Os seres humanos também se sentem de forma parecida quando são provocados por algo ou outra pessoa. Eles podem fugir e lutar, além de outras habilidades, como: blefar, ameaçar, convencer, mentir e seduzir. Todavia, podem pedir ajuda, definir acordos, celebrar um bom momento, etc.

E muitas dessas capacidades são alcançadas em um processo de análise, que pode ser curto ou longo a depender da relação do terapeuta com o paciente, se há confiança para seguir adiante com o tratamento ou não.

Mas é preciso apontar que nem todos conseguem ter acesso à análise por falta de condições financeiras. Neste caso, a pessoa pode procurar a rede pública e pedir encaminhamento para um profissional que atenda pacientes nessas situações.

*Foto: Divulgação

curta! 😉

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *