Conheça os 5 pilares da inteligência emocional

conheça os 5 pilares da inteligência emocional

Saiba como aplicar a inteligência emocional no dia a dia

Muitas vezes o ser humano acaba demonstrando seu lado mais ansioso, depressivo ou até mesmo explosivo. Isso tudo pode acontecer de forma inconsciente, pois não é fácil controlar tais impulsos e sentimentos. Estes fatores também estão ligados à nossa inteligência emocional, que em nosso cérebro funciona mais rápido que nosso lado racional. Sendo assim, agimos mais no calor da emoção, enquanto nossa razão ainda está processando o fato.

Portanto, é de extrema importância que saibamos entender melhor estas demonstrações de emoção.

Inteligência emocional

Em resumo, a inteligência emocional diz respeito às pessoas aprenderem a lidar com suas próprias emoções e usá-las em benefício próprio. Além disso, é importante o ser humano compreender e respeitar os comportamentos e sentimentos do outro.

Em outras palavras, devemos conseguir conciliar o lado emocional e racional do cérebro, paralisando a negatividade, que só produz um comportamento destrutivo. Em vez disso, dê às emoções positivas para alcançar os resultados almejados.

A seguir, veremos como quais são os 5 pilares da inteligência emocional (IE) e como devemos aplicá-los em nossa rotina diária, de acordo com os ensinamentos do jornalista científico Daniel Goleman, que é especializado nessa área.

1 – Conheça suas próprias emoções

A grande chave da inteligência emocional é saber conhecer e analisas nossas emoções e as ações decorrentes destes estímulos avaliados. Porém, é preciso estar ciente que a IE é um processo que varia de pessoa para pessoa. Portanto, não apresse as coisas e nem é preciso se desesperar.

A dica para esta situação é a pessoa conhecer melhor as próprias emoções e listar seus sentimentos e ações. Após isso, reflita de fato o que cada coisa que listou significa.

2 – Ter o controle das emoções

Todo ser humano enfrenta dificuldades. Portanto, não pense que isso só acontece com você. Quem aprende a lidar com as próprias emoções consegue seguir o caminho certo, de acordo com cada situação que enfrenta. Com isso, será gerado um equilíbrio.

É importante também para a pessoa adquirir mais inteligência emocional o fato dela não ficar pensando logo de cara em um resultado negativo. Ela tem que passar a ser mais otimista e sempre enxergar o lado positivo da vida e ainda ter em mente que cada situação tem várias saídas e que cabe à pessoa procurá-las e solucioná-las.

Quando se encontrar em um momento de desespero, tente se acalmar, procurando se distrair ou desempenhar uma atividade que lhe dê prazer e neutralize sua ansiedade.

3 – Buscar motivação

Nesta situação da inteligência emocional, a pessoa deve pensar muito bem antes tomar decisões precipitadas. Com isso, o ser humano só ganha benefícios e ainda evita entrar em desavenças com outras pessoas e se arrepender depois. O lema é não perder a esperança e saber que tudo é possível, desde que você corra atrás do que deseja de verdade e o mais importante: sem passar por cima de ninguém.

Quando respondemos a nossos estímulos de forma consciente, conseguimos decidir como queremos nos comportar para atingirmos nossos objetivos.

No entanto, também acabamos por reagir inconscientemente diante de um gatilho emocional que possa gerar arrependimentos e desviar a conquistar de nossas metas. É por isso que devemos nos automotivar para o lado positivo sempre.

4 – Inteligência emocional e empatia

Quando nos colocamos no lugar do outro e a reconhecer suas emoções e entender seus comportamentos, estamos praticando a inteligência emocional de modo a nos tornarmos pessoas mais sensíveis e abertas às pessoas e seus sentimentos. E isso vale também para o ambiente nos diferentes mercados de trabalho.

5 – Relacionamento interpessoal

Por fim, desenvolver uma inteligência emocional no sentido de construir boas relações interpessoais, em que você consegue guiar as emoções dos outros seres humanos. Isso resultará em um ambiente harmonioso e positivo ao seu redor, além de também contagiar outras pessoas.

Fonte: site Frebracis

*Foto: Divulgação

Como reconhecer uma crise de pânico

como reconhecer uma crise de pânico

Saber reconhecer uma crise de pânico e saber lidar até conseguir uma ajuda médica, pode aliviar o paciente durante o ataque

Uma crise de pânico tem que saber entendida pelo paciente e até mesmo por quem estiver próximo a ele, se for o caso. Em um momento em que ele ainda não estiver nas dependências de um hospital por exemplo, existem, técnicas que podem ajudá-lo a se acalmar até encontrar uma ajuda profissional.

O que é uma crise de pânico?

Pessoas que possuem transtornos de ansiedade, como a síndrome do pânico e o transtorno de ansiedade generalizada estão mais propensas a desenvolver uma crise de pânico. E neste caso é bom ressaltar que o pânico pode ser encarado como induzir uma ansiedade a picos extremos.

Além disso, a ansiedade pode estar atrelada também com eventos que ainda irão acontecer e deixa o paciente com a sensação que tais acontecimentos possam dar errado. Portanto, há uma conexão entre o pânico e a ansiedade.

Frequência dos ataques de pânico

A frequência de uma crise de pânico depende de algumas possibilidades, que podem estar relacionadas a situações de ameaça. Neste caso, de ameaças externas e internas. Na primeira, diz respeito à integridade do indivíduo; e na segunda, com o que é desconhecido ou não percebido pelo paciente.

Ataques de pânico acontecem, principalmente, entre pessoas de 14 e 45 anos, sendo mais frequente em mulheres do que nos homens, em uma proporção de 2 para 1. Além disso, há a sensação de incapacidade em grau elevado.

Abaixo, vemos como é a distribuição de 90% dos pacientes que acreditam que uma crise de pânico é algo relacionado com doenças físicas:

  • 35% queixas de hiperventilação
  • 30% queixas psíquicas;
  • 16% queixas cardiológicas;
  • 15% desordens vestibulares, como vertigens e labirintoses;
  • 10% queixas gastrointestinais;

Quais medidas tomar em uma crise de pânico?

Em primeiro lugar, não se deve lutar contra uma crise de pânico, pois este é um sentimento involuntário, que está atrelado a mecanismos automáticos que ocorrem no cérebro, em regiões não conscientes ou automáticas. Além disso, ele também está relacionado a um complexo sistema de defesa do organismo.

No entanto, o indivíduo pode tomar algumas precauções neste momento que podem ajudá-lo até conseguir uma ajuda médica qualificada:

  • Recorrer a técnicas de relaxamento, como meditação ou preces, por exemplo;
  • Ouvir uma música suave ou conversar com alguém que diga palavras que acalmem e massagem corporal, pode ajudar a pessoa a relaxar;
  • Controlar da respiração.

Controle da respiração

Este fator é muito importante em uma crise de pânico, pois a técnica de inspirar lentamente e expirar também podem ajudar. Na sequência, o paciente pode relaxar alguns grupos musculares, que são mais tensos, como: a face, nuca e pescoço, ombros, braços e tórax.

Outra forma de se acalmar é acomodar-se em um local acolhedor, com bastante ventilação, afrouxar as roupas e se sentir mais confortável. Portanto, evite também locais fechados e com pouca ventilação.

Pensamentos

Em uma crise de pânico ter o controle dos pensamentos é essencial para se acalmar. Pois, a base do pânico é o medo e que é incontrolável neste caso. Porém, ao mesmo tempo, não e fácil conter o medo e pensamentos ruins. Entre os piores pensamentos, a pessoa pode desenvolver o medo de morrer, perder o controle e ter a certeza de coisas ruins acontecerão. Fora o fato de ainda achar que está muito doente e que ninguém descobre a causa ou leva a sério seus sintomas.  

Portanto, a pessoa deve priorizar em um ataque de pânico os bons pensamentos. Neste caso, ela tem que pensar que esta crise é momentânea e irá passar; que nada de mal acontecerá; ter coragem para enfrentar essas situações, com pensamentos, como “já passei por coisas piores e sobrevivi, vou sobreviver a esta também”; não ter medo do seu próprio medo, e sim aprender com ele. Além disso, o medo existe para que saibamos nos defender de algo que nos aflige, mas que não viremos reféns desta condição. O medo não pode ser nosso inimigo, e sim nosso aliado.

Ajuda profissional

É importante ressaltar, que todas as medidas descritas acima são para ajudar a pessoa a se acalmar em uma crise de pânico e imediata. Mas isso não dispensa a ajuda médica especializada, que o indivíduo deve procurar e se tratar adequadamente, com uso de medicamentos que só o especialista pode receitar.

Fonte: site Minha Vida

*Foto: Divulgação

7 causas que podem tirar a concentração do ser humano

7 causas que podem tirar a concentração do ser humano

Com as facilidades da vida moderna que a tecnologia nos traz, com elas também podem vir períodos de estresse e distração. Consequentemente, a concentração do ser humano é tirada em fração de segundos nos dias atuais.

Hoje, a compulsão por olhar se preocupar com mais com o mundo virtual faz com que deixemos o universo real de lado. Essa escolha pode gerar picos de ansiedade e instabilidade, que podem até ocasionar uma perda de emprego por falta de atenção ao que está fazendo.

Os fatores são diversos, mas abaixo conheceremos 7 causas que podem tirar a concentração do ser humano.

1 – Celular e falta de concentração do ser humano

Esta, talvez, seja uma das principais causas da falta de concentração do ser humano no dia a dia. Uma simples checagem para ver quem curtiu sua última foto no Instagram ou Facebook, ou ainda parar tudo para responder uma mensagem no WhatsApp. Estas pausas podem se tornar minutos ou até mais de uma hora. Com isso, a entrega de um trabalho fica atrasada, por exemplo.

Um modo de eliminar este mau hábito é silenciar as chamadas e notificações, enquanto estiver trabalhando. Em caso de precisar responder algumas mensagens ou e-mails, reserve um horário do dia para fazer tudo isso de uma vez. Com o tempo, a necessidade de olhar o smartphone todo instante será reduzida.  

2 – Concentração do ser humano nas redes sociais

As mídias sociais também é um fator de risco que tira a concentração do ser humano. Assim como o celular, as redes também possuem aplicativos nos smartphones e podem fazer a pessoas passar horas alternando entre várias mídias, como Twitter, Instagram e WhatsApp. Essa dependência gera queda da produtividade no ambiente de trabalho.

Portanto, o ideal é conseguir fugir dessas amarras diárias. Um jeito de conseguir isso é tirar o modo de login automático para acessar tais mídias no computador ou tablet. Já no caso do celular, a pessoa pode silenciar ou desativar as notificações pelo menos durante o horário de trabalho. Em último caso, o usuário pode experimentar trabalhar em um local onde não tenha wi-fi.

3 – Multitarefas

Com a correria do dia a dia no trabalho, as pessoas acabam desempenhando mais de uma tarefa ao mesmo tempo. Consequentemente, estes fatores geram perda de concentração do ser humano. Não é aconselhável resolver várias pendências ao mesmo tempo.

Uma forma de sanar esta questão é dividir o que é prioridade e dar atenção exclusiva. Geralmente, isso pode ser feito na parte da manhã, quando o cérebro está mais descansado. Já no fim do dia a pessoa pode resolver os assuntos que não eram urgentes.

4 – Estresse

Muito trabalho a desempenhar no escritório, pegar trânsito todos os dias e mais problemas em casa, tudo isso pode gerar uma forte crise de estresse em alguém. Além disso, a concentração do ser humano é perdida e seu rendimento cai. Também tem a questão de saúde, em que dependendo da situação, o indivíduo pode até ter um AVC, depressão ou desenvolver ansiedade. Um estudo recente afirma que o estresse pode afetar a memória e ainda diminuir o tamanho do cérebro.

Para evitar estas consequências, a pessoa pode praticar atividade física, que ajuda liberar hormônios como a adrenalina e o cortisol que geram uma sensação de bem-estar, e com isso diminuindo o estresse. Outra opção para combater este mal é meditar ou atividades que mexam com a respiração, como pilates, yoga e técnicas de mindfulness. Praticar estes exercícios trazem tranquilidade e calma e o retorno da concentração ao ser humano.

5 – Nível de cansaço

Não dormir direito pode gerar cansaço e falta de concentração do ser humano no dia a dia. Portanto, o recomendado pelos médicos é que a pessoa durma e descanse seu corpo oito horas sem interrupção. No entanto, esta quantidade de sono pode variar um pouco para mais ou para menos. Não há uma regra, a pessoa tem que descobrir quantas horas leva para seu corpo e mente estarem realmente descansados. A má alimentação também pode ocasionar perda do sono. Contudo, é importante que a pessoa faça uma refeição leve antes de deitar e não abusar da cafeína.

6 – Alimentação

Outra falta de concentração do ser humano está ligado à fome. Quando a pessoa pula alguma refeição importante, ela está se prejudicando no intuito de deixar de nutrir o próprio cérebro.

Portanto, é importante respeitar o horário certo das refeições e lanches intermediários. Além disso, também é recomendável evitar comida gordurosa e pesada. Fuja dos carboidratos, como massas brancas e doces e dê espaço a pratos coloridos com e ricos em nutrientes.

7 – Depressão gera falta de concentração do ser humano

A depressão pode gerar falta de concentração do ser humano. Quando ele desenvolve este tipo de doença, gera uma ausência de motivação em realizar em atividades do dia a dia. O indivíduo perde o prazer nas simples coisas da vida, como ouvir música, por exemplo.

O aconselhável é procurar um profissional da área de saúde que possa tratar este estado em que a pessoa se encontra, por meio de terapia. Nem todo tratamento visa a ingestão de medicamentos. Em alguns casos, o ser humano só precisa ser ouvido.

Fonte: UOL

*Ilustração: Divulgação

Hipnose ajuda pacientes com depressão e ansiedade

hipnose ajuda pacientes com depressão e ansiedade

Muitas pessoas, hoje em dia, tratam depressão, conflitos internos e crises de autoestima. No século 21, também voltou a se falar sobre os benefícios da hipnose. Em particular, a hipnose ajuda pacientes com depressão e ansiedade.

Sobre isso, o especialista em hipnose Vitor Amorim tirou algumas dúvidas em entrevista ao site de Alberto Dell’ Isola.

Ao ser questionado se havia muitos casos de pessoas que queriam tratar fobias, parar de fumar ou questões ligadas à autoestima, Amorim revela que se surpreendeu. Na verdade, a maior parte dos pacientes que chega ao seu consultório é para tratar de ansiedade, depressão e síndrome do pânico. Pois, estes assuntos só aumentaram nos últimos anos.

A partir daí, o hipnoterapeuta sentiu a necessidade de estudar mais a fundo sobre estas temáticas. Atualmente, ele é especialista no tratamento da ansiedade e depressão.

Pacientes com depressão e ansiedade

Pacientes com depressão e ansiedade desenvolvem problemas ligados à autoestima , segundo Amorim. Pois, o paciente sente que precisa elevar sua autoestima. Neste caso, o hipnoterapeuta diz que transmitir autoconfiança àquele que procura por sua ajuda já faz com que o emocional dele melhore.

Portanto, o cliente que consegue aumentar sua autoestima e ver que é possível ser alguém mais confiante, consequentemente, também melhora outros aspectos de sua vida, como questão financeira e até os relacionamentos afetivos.

Baixa autoestima

Amorim diz ao entrevistador:

“O que percebo é que as pessoas acabam buscando a hipnose quando são acometidas de uma psicopatologia, mas não enxergam que a raiz do começa, muitas vezes, pela sua baixa autoestima”.

No entanto, ele chama atenção para pessoas que acham que baixa autoestima não é um problema sério e não procuram ajuda.

Sobre, ele conclui:

“Quando trabalho a autoestima do cliente, o ajudo a mudar a sua percepção da realidade, criando outros parâmetros de comparação. Pois, esse é um dos maiores problemas de quem tem baixa autoestima, o hábito de se comparar com os outros”.

Durante as sessões de terapia o paciente é ensinado a interpretar a realidade de um ponto de vista que não seja prejudicial à sua autoimagem. Em outras palavras, o indivíduo altera sua atitude mental e passa a se perceber de outra forma.

Atitude mental

Mas como a pessoa faz esta transição de atitude mental para elevar sua autoestima?

Muitos pacientes só procuram ajuda quando algo saiu de fato de seu controle. Eles não aceitam que a terapia pode ser uma prevenção ligada à qualidade de vida.

Neste sentido, Amorim diz que a hipnose pode ser útil para potencializar algo em sua rotina, ou seja, para quem já possui esta tal qualidade de vida. Ele cita um exemplo:

“Por exemplo, um palestrante pode melhorar suas habilidades para falar em público com a ajuda da hipnose. E uma pessoa que já é dedicada aos estudos, pode usar a hipnose para aumentar sua concentração e melhorar a memória”.

Como aumentar a autoestima por meio da hipnose?

O hipnoterapeuta diz que pacientes com depressão e ansiedade e, consequentemente, com baixa autoestima podem ser tratados por processos da hipnose. Ele diz que a primeira providência a ser tomada é a pessoa aprender a identificar seus pensamentos automáticos.

Amorim ressalta:

“A baixa autoestima pode ser considerada um hábito. A pessoa desenvolveu o hábito de pensar, sentir e agir daquela maneira. Na verdade, esse hábito se tornou tão forte que ela faz isso inconscientemente, de modo automático”.

Estes sentimentos surgem a partir da autoimagem destrutiva que faz de si mesmo e sempre se coloca para baixo.

Padrões de comportamento

Portanto, para pacientes com depressão e ansiedade se livrarem destes pensamentos negativos, ela deve se questionar por que age desta forma.

O terapeuta dá um exemplo prático sobre isso. Em relação ao paciente se achar feio. Ele precisa se perguntar: feio em relação ao o quê ou a quem. Ou ainda o que é bonito ou feio e assim por diante.

O mesmo vale para situações em que achamos que não somos capazes de desempenhar. Basta lembrar quantas coisas boas já fez na vida e ver que é sim capaz de enfrentar outros obstáculos.

A partir daí, é criada uma autoconfiança, uma positividade, e o paciente interrompe pensamentos negativos e automáticos a respeito de si mesmo.

Às vezes, pacientes com depressão e ansiedade desenvolvem esta negatividade por influência de familiares, que lhes disseram ainda na infância de que não eram capazes. Portanto, ela passa a agir acreditando em tudo isso, em vez de desenvolver atitudes positivas em seu dia a dia. Mas, com o tempo, também percebe que só depende dela mudar uma coisa ruim dentro de si mesma e mudar este comportamento.

Fonte: site Alberto Dell’ Isola

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Conheça 3 atitudes para elevar a autoestima

conheça 3 atitudes para elevar a autoestima

Muitas pessoas têm dificuldade em expor ao mundo que sentem e, consequentemente, não conseguem se comunicar da forma que gostariam. Estes fatores, em alguns casos, estão ligados à baixa autoestima que eles sentem.

Se os seres humanos parassem para pensar por um minuto sequer que este sentimento que lhes causam angústia, podem ser trabalhados, eles conseguiriam tocar a vida de uma forma melhor.

É fazer o efeito contrário: aumentar a autoestima, desenvolvê-la e isto está conectado a se conhecer melhor.

As pessoas tendem a se cobrar muito por n motivos, seja no trabalho ou na vida íntima. Com isso, elas pensam que não possuem valor para outros seres humanos e se isolam. Cada vez mais procuram a solidão.

A dificuldade criada chega a ponto de terem dificuldade de chamarem alguém para sair por não se acharem interessantes o suficiente. Não conseguem ser ouvidos em uma roda de amigos por puro medo e insegurança. É preciso entender por que sentem tudo isso.

Conheça 3 atitudes para elevar a autoestima

Tratamento psicológico

Fazer análise e se abrir com o profissional desta área de saúde pode auxiliar a pessoa com baixa autoestima. O tratamento é feito na intenção que o paciente passe a entender por que cria este tipo de ilusão e cobranças. Além disso, é absorver por que ele perdeu o interesse em si mesmo.

De acordo com o professor de psicologia social Hélio Deliberador, da (PUC-SP):

“Muitas vezes elas se colocam metas que não são factíveis e isso gera frustração. Um processo terapêutico pode ajudar as pessoas a entenderem esse mecanismo de autossabotagem, de estabelecer metas impossíveis”.

Ainda segundo o professor, a pessoa também tem de aprender a lidar comas frustrações que possam surgir em seu caminho. Pois, faz parte da vida se decepcionar com algo ou alguém em determinadas situações. Por isso é muito importante que ela aprenda a ter jogo de cintura nestas ocasiões e saber que deve seguir em frente, independente de qualquer coisa.

Além disso, o ser humano precisa ter em mente que para ter uma boa autoestima ele precisa entender melhor, se conhecer bem. Pois, só assim saberá identificar o que lhe faz bem e traz satisfação pessoal e profissional também.

Por fim, saber se relacionar com o outro faz disso algo mais satisfatório e prazeroso. E também é importante a pessoa saber estar em sua própria companhia.

Momento zen

O ato de meditar pode contribuir para que a baixa autoestima suma de seus pensamentos. Pois, quando a pessoa se conecta a ela mesma, esquece dos conflitos de outrora.

Sobre isso, o professor de ioga e doutor em neurociências pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Rui Afonso, a pessoa que faz meditação consegue se livrar de suas angústias e neuroses.

Ele ainda afirma:

“Neurose é uma leitura errada que a gente faz da realidade. É a desvalorização de si porque você tem um chefe ou uma sociedade que cobra algo muito mais do que você pode dar. Essas leituras erradas da sociedade fazem com que as pessoas tenham um julgamento muito alto e muito crítico sobre si”.

Por conta dos exercícios praticados durante a meditação, o excesso de pensamentos que causavam mal à pessoa são reduzidos. Antes da prática, normalmente, o ser humano está julgando e criando ilusões sobre algo ou alguém. Ou seja, fatos que não condizem com a realidade.

Ao se concentrar nas posturas de meditação e em seu processo respiratório que esta prática exige, consequentemente, a expectativa e julgamentos diminuem.

Praticar atividade física

Por fim, praticar atividade física, seja dentro de uma academia ou ao ar livre, em grupo ou individual, pode auxiliar no aumento da autoestima.

Quando a pessoa enxerga resultado em seu corpo, que está ligada diretamente à estética, ela sente prazer em continuar. Além disso, ela ganha o benefício mais importante: a saúde em dia.

Quem gosta de dançar, pode ser uma boa, fora que nesta modalidade a pessoa faz também novas amizades.

Atualmente, cada vez mais em alta, a corrida de rua tem conquistado mais adeptos. Correr também pode estar ligado à concentração como no ato de meditar. É se desafiar diariamente e esquecer dos problemas por pelo menos uma hora do seu dia.

Agora é identificar quais destas três atitudes agradam mais e colocá-las em prática. O importante é se conhecer melhor, saber seus limites e aceitar que nem tudo são flores e conseguir seguir em frente.

Fonte: Viva Bem – UOL

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Ciúme: como identificar esta emoção que aflige tantas pessoas

ciúme - como identificar esta emoção que aflige tantas pessoas

Muitas pessoas acreditam que o ciúme é uma forma saudável de demonstrar amor a outra pessoa. Mas isso é um ledo engano, que pode chegar a destruir um relacionamento. E aí vem a pergunta: como identificar esta emoção que aflige tantas pessoas?

Não é uma tarefa fácil admitir a si mesmo que possuir esta condição mexe e muito com a autoestima. Pois, perceber isso é também assumir que é inseguro em relação a alguém se aproxima de seu companheiro ou companheira.

Amor e ciúme não podem andar juntos

É muito comum os casais ou uma parte do casal pensar que quando o outro demonstra ciúme é algo bom. Amor e ciúme não é uma boa combinação. Não é porque a pessoa demonstra este sentimento que ela ama muito seu companheiro (a).

É preciso ter em mente que quando você ama alguém, que quer o bem dela. E não porque você demonstra amor por ela, que a outra parte envolvida tem que demonstrar o mesmo como uma forma de obrigação. É querer o bem do outro, independente de qualquer coisa.

Pois, ter ciúme em excesso é prejudicial e não é uma boa companhia e não acrescenta nada à vida de ninguém.

Mas afinal de contas, o que é ter ciúme de alguém?

Quando uma pessoa se sente ameaçada pela presença de outra que interage com seu parceiro ou parceira. Isso é estar com ciúme. Pois, temos medo que esta pessoa se aproxime a tal ponto de quem amamos e tirá-la de nós. Simplesmente, é o medo de perder alguém.

Quando estamos neste estado, criamos diversas possibilidades em nossa mente que sequer existem. Simplesmente, é criado um triângulo ‘amoroso’ em nossa cabeça, onde nosso parceiro (a) interage com esta outra pessoa. Há ainda o achismo de que eles ficarão juntos, e ainda cria-se a sensação de que está sendo traído (a). Por fim, a pessoa fica encontrando outras razões do próprio relacionamento que dá a sensação de que está indo Poá água abaixo. Isso influencia diretamente no ego da pessoa e faz com que ela se magoe e se irrite muito com toda essa situação.

A imaginação de que o rival é melhor

Uma pessoa ciumenta é capaz de pensar que o rival que se aproxima de seu ‘amor’ é melhor do que ela. Há um sentimento de baixa autoestima e de criar pensamentos ruins.

De acordo com o artigo ‘Celos y emociones: Factores de la relación de pareja en la reacción ante la infidelidad’:

“É provável que o ciúme ocorra em resposta à ameaça de um rival que é considerado superior pela pessoa ciumenta em aspectos que são importantes para o seu autoconceito”.

Ou seja, um ser humano ciumento desenvolverá este sentimento por alguém que julga ser superior a ele. Com isso, é criada aquela sensação de inferioridade e achar que seu companheiro possa justamente se interessar por seu rival por ele demonstrar ‘ser melhor’ que você.

A imaginação chega ao ponto de pensar que o parceiro está dando mais atenção a quem denominamos de rival.

Pequenos detalhes

Muitos não conseguem identificar que é ciumento até realmente acontecer e desenvolver os ‘sintomas’ acima.

É imaginar casos de traição até, em que o parceiro realmente fica com outra pessoa. Porém, você não viu e não tem prova alguma desta relação. É algo que está instalado unicamente em sua mente. É importante neste caso perceber que o problema está dentro de você e não no outro.

No entanto, pode acontecer sim da pessoa quem você se relaciona se apaixonar por outra. Hoje em dia é difícil alguém levar uma relação adiante por tantos anos, por exemplo. É preciso entender aqui também que este fato não tem a ver exclusivamente com você e sim que seu companheiro simplesmente deixou de querer ter um relacionamento com você.

Reações ciumentas

Quando estamos com ciúme de rival, primeiramente desenvolvemos uma raiva por esta pessoa. Mas também podemos criar raiva do nosso próprio parceiro.

Estas sensações dizem respeito ao medo que temos de perder a pessoa amada. Também é instaurado um pensamento de que o parceiro é quem cria tudo isso para nos irritar.

Além disso, chega o ponto em que é identificado o tal sentimento de posse e propriedade em relação a alguém. Aquela velha história, a pessoa diz que ama o companheiro e em troca ‘exige’ que o mesmo lhe dê atenção exclusiva. E esquece que quem ama de verdade quer a felicidade do outro. Não existe posse ou obrigação.

Ser feliz consigo mesmo primeiro

Alguém que não sabe estar em sua própria companhia, que sempre precisa de outra pessoa para ser feliz, consequentemente pode desenvolver um sentimento de posse, o que já sabemos que não é nada saudável.

Portanto, é importante elevarmos nossa autoestima e desenvolvermos mais amor próprio. E se perceber que algo em você não está legal, procure ajuda ou tente entender por que está assim? O que pode fazer para melhorar em relação a isso? Questione-se.

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Como reconhecer os sintomas de depressão na terceira idade

como reconhecer os sintomas de depressão na terceira idade

A expectativa de vida dos idosos vem crescendo a cada ano e com isso, alguns problemas tornam-se mais recorrentes, entre eles: a depressão na terceira idade.

Muitos deles vivem sozinhos e não tem ninguém para conversar diariamente e passam boa parte deste tempo sem companhia. As visitas de parentes nem sempre são regulares.

Portanto, quando as pessoas com mais de 60 anos começam a ficar mais reclusas e tristes, os mais jovens acham que isso são coisas da idade e que são comuns nesta etapa da vida.

Porém, psicanalistas e psicólogos alertam para que essas reações não sejam enxergadas como normais. Eles devem ser encarados como sinais de problemas com ansiedade e depressão.

Estar atento à saúde mental

Em uma entrevista durante o evento “Congress on Brains Behavior and Emotions”, ocorrido no dia 6 de junho, em Brasília, o psiquiatra Filipi Leles, doutor em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Minas Gerais, afirmou:

“Precisamos desmitificar isso. Não comer direito, ficar recluso e ter uma noite mal dormida não fazem parte de um envelhecimento normal”.

Ainda de acordo com o especialista, o idoso que vive só não significa que vai ficar doente. No entanto, é preciso estar atento sobre os cuidados com a saúde mental.

Estudos

Mesmo que não tenha estudo aprofundado e estatístico que confirme o aumento da ansiedade e depressão na terceira idade, discutir este tema é fundamental nos dias atuais. Pois estas reações demonstradas pelos mais velhos podem estar associadas ao desenvolvimento de demência. Mesmo que não tenha vindo a público uma análise sobre esta questão.

Contudo, não se pode esquecer o fato que algumas pessoas nesta idade já possuem problemas neurodegenerativos. Isso significa que elas podem estar mais predispostas a desenvolverem também doenças de cunho emocional.

Como avaliar se um idoso possui transtornos mentais?

Sobre isso, Leles ressalta:

“Diferentemente do jovem ou adulto, o idoso não vai se queixar de tristeza ou falta de prazer em fazer as coisas”.

Portanto, os idosos não costumam se queixar sobre falta de algo. Nesta faixa-etária, eles costumam reclamar de dores físicas e apresentarem falta de memória, problemas para dormir e comer.

É diferente dos jovens quando estão com depressão e apresentam sintomas mais específicos, ou seja, mais fáceis de serem percebidos.

Como precaver?

Os familiares e amigos podem levar os idosos para passeios ao ar livre, cinema, almoços e jantares, por exemplo. Pois, estar em convívio com outras pessoas é muito importante para estimular a capacidade cerebral da pessoa na terceira idade.

Além disso, os idosos também podem praticar atividade física de acordo com suas limitações e que seja realizada em grupo.

Existem centros de convivência para a terceira idade que podem ser bastante proveitosos pela oportunidade deles estarem com pessoas da mesma faixa-etária.

Por fim, ter um animal doméstico em casa pode animar o ambiente e fazer com que o idoso sinta-se útil em cuidar do bichano, além de um fazer companhia ao outro.

Fonte: VivaBem – UOL

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Largar a mão do celular pode garantir uma maior sobrevida

largar a mão do celular garante uma maior sobrevida

A maioria das pessoas têm se dado conta o quão pode ser prejudicial passar horas olhando qualquer tipo de coisa no celular. Cada vez mais o usuário de aparelhos móveis tem desprendido muito tempo entrando em mídias sociais.

Segundo uma matéria da jornalista Catherine Price, do jornal The New York Times e publicada no mês passado, estas horas passadas a frente do dispositivo podem acarretar uma série de interferências. Entre elas: autoestima, déficit de atenção, criatividade, memória, produtividade, relacionamentos, sono e habilidade em resolver problemas e tomada de decisões.

Cortisol e Dopamina

Além dos fatores mencionados acima, o excesso de tempo passado ao telefone pode elevar de forma crônica os níveis de cortisol presentes em cada indivíduo.

Antes, o foco das discussões em torno dos malefícios causados pelos celulares estava relacionado à dopamina, que é um neurotransmissor cerebral que nos auxilia a constituir hábitos e também os vícios. Com isso, ela é capaz de fazer com que o ser humano não consiga desapegar do telefone.

O desenvolvimento da dopamina em nosso organismo pode estar atrelado ao uso do smartphone, de acordo com especialistas. Esta ligação é vista em forma de vícios de comportamento.  Porém, este círculo vicioso pode ser ainda mais intenso e preocupante quando produzimos mais o cortisol.

O cortisol é considerado o principal hormônio responsável pela sensação de luta e fuga do ser humano. É ele quem determina as alterações fisiológicas, como elevação da pressão sanguínea, índice glicêmico e frequência cardíaca. Todos eles nos auxiliam no modo como reagimos e sobrevivemos a ameaças críticas no ambiente em que estamos naquele momento.

São efeitos que podem salvar a vida da pessoa, no caso de uma reação física, como desviar de um objeto que possa lhe machucar, e assim por diante. No entanto, o cortisol também é liberado quando passamos por um grande estresse emocional, motivado por ler ou ouvir algo que não lhe agrada e, consequentemente, sua frequência cardíaca é aumentada.

Estudos americanos

De acordo com um estudo do aplicativo de rastreamento Moment, em média, os americanos passam cerca de quatro horas fuçando no celular. Além disso, um relatório divulgado pelo Google aponta que as redes sociais, apps de notícias e servidores de e-mail criam uma sensação de cobrança sobre os usuários, ocasionando um estresse involuntário.

Segundo David Greenfield, professor de psiquiatria clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut e fundador do Centro para Dependentes em Tecnologia e Internet:

“Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho está à vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer com que essa perturbação desapareça”.

Mesmo assim, a pessoa vai se tranquilizar por alguns segundos. Em seguida, ela voltará a mexer e terá mais chateações, elevando ainda mais o nível de cortisol. Ao contrário de pensar em parar e se afastar do celular, para acalmar sua ansiedade, ela pegará novamente o smartphone.

Quanto maior o índice de cortisol no organismo, pior. Além disso, o indivíduo  pode desenvolver problemas de saúde, como: depressão, demência, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade, pressão alta, obesidade, síndrome metabólica, ataques cardíacos e AVC.

Córtex pré-frontal

O estresse influenciado pelo uso excessivo do celular pode comprometer o córtex pré-frontal. Esta região cerebral é a responsável por nossas tomadas de decisão e racionalidade. De acordo com o Dr. Robert Lustig, autor do livro “The Hacking of the American Wild”, é o córtex pré-frontal que nos barra de cometermos atos estúpidos. Quando ele é ‘danificado’, a pessoa pode perder seu autocontrole. Um exemplo é: deixar de enviar uma mensagem para alguém em uma atitude impulsiva e que mais tarde ela se arrependeria.

Bruce McEwen, diretor do Laboratório de Neuroendocrinologia Harold e Margaret Milliken Hatch da Universidade Rockefeller, verificou que há oscilação no período regular de 24 horas em relação à presença de cortisol no organismo. Ele afirmou que a pessoa que dorme menos de sete ou oito horas por noite em decorrência de ficar mexendo no celular, será notório o seu descontrole. E o resultado pode agravar o estado emocional. Chegará o ponto que não será apenas uma perda de tempo checar o smartphone toda hora, e sim, um agravante sério de saúde.

Interrompa o uso de celular

Para quem consegue parar ou diminuir o tempo mexendo no smartphone haverá uma redução dos nivéis de cortisol. Com isso, a ansiedade será melhor controlada, além de impedir que se desenvolva problemas de saúde ligados ao estresse.

McEwen ressalta que com o tempo é possível que a pessoa reeduque seu cérebro com intuito que o nível de estresse não seja mais acionado a qualquer momento.

Um modo de tornar o celular um ambiente menos perigoso e desconfortável é desabilitar as notificações das redes sociais. Apenas deixar habilitada as mensagens que precisa ou deseja ver. É importante também fazer um autoconhecimento e identificar quais aplicativos lhe causa mais ansiedade, aborrecimento. Com isso, você pode simplesmente escondê-los numa pasta que não seja visível na tela principal. Ou se conseguir, delete esses apps por um tempo e retorne quando estiver melhor. É saber utilizar a tecnologia a seu favor e não para estressá-lo.

*Foto: Divulgação / Fotolia

AlterEgo: adesivo é capaz de traduzir pensamentos

adesivo é capaz de traduzir pensamentos

Com a tecnologia passando por dispositivos cada vez menores, a tendência é que daqui um tempo eles sejam capazes de sumir dentro de nossos corpos.

Quem afirma tudo isso é o engenheiro indiano de 24 anos, Arnav Kapur. Estudante do MIT (Massachusetts Institute of Technology), o jovem criou um aparelho de inteligência artificial em forma de adesivo transparente.

O dispositivo é alojado atrás da orelha e é capaz de emitir estímulos passados para um computador que traduz esses sinais. Essa tecnologia, então, transcreve os indícios de uma fala interna da pessoa sem a necessidade de utilizar a voz como instrumento.

Kapur fez uma demonstração mês passado, em Vancouver, no Canadá, durante o TED – evento de design, entretenimento e tecnologia.

“Queria fazer com que computação, inteligência artificial e internet fizessem parte de nós, parte da cognição humana”, afirmou o engenheiro.

AlterEgo

Chamado de ‘AlterEgo’, o aparelho é bastante discreto em relação ao modelo anterior que era colocado no rosto do usuário. Na apresentação do TED, o estudante do Media Lab do MIT, colocou o protótipo no pescoço do assistente de palco.

Kapur deixou claro na demonstração que o dispositivo não lê o pensamento de alguém, e sim que ele interpreta os “sinais neurais” dos músculos da face e das cordas vocais que os seres humanos ativam quando falam sozinhos. Além disso, o engenheiro ressalta que isso é possível mesmo sem o usuário abrir a boca ou mover seu rosto.

Arnav explicou que:

“Os sensores do dispositivo pegam esses sinais internos da cavidade profunda da boca, e o programa de inteligência artificial os traduz e alimenta de volta a resposta via condução óssea para o ouvido do usuário”.

No palco, ele perguntou ao rapaz, que não se movia neste momento, que repetisse a questão internamente. Por meio de um telão era possível ver o aparelho transcrever a pergunta palavra por palavra.

Kapur fez a seguinte pergunta: “Como está o tempo em Vancouver?”. Instantes depois, o assistente respondeu: “Está 15 graus aqui em Vancouver”.

Utilidades do Protótipo

O engenheiro prevê que o AlterEgo possa agregar sua tecnologia ainda mais. Ele citou como exemplos: busca de informações, capacidade de decorar textos, fazer cálculos que só podiam ser feitos pelos computadores, traduções simultâneas, troca de mensagens sem ativar a voz. Além disso, ter a possibilidade de auxiliar pessoas que têm dificuldade no processo da fala.

Reação das pessoas no evento

Ai final do evento, a apresentadora do TED demonstrou preocupação com inúmeras utilidades do aparelho. Segundo ela, a utilização do AlterEgo poderia ser transformado numa espécie de arma ao seres humanos.

Porém, Kapur a tranquilizou e afirmou que:

“Queríamos pensar em design. E mudamos o design. Em vez de ler diretamente do cérebro, o dispositivo lê do sistema neural voluntário, o qual você precisa deliberadamente ativar para se comunicar. Ele não grava ou lê pensamentos”.

Desenvolvido a partir de 2017, o objetivo é que o aparelho possua uma versão menor ainda, finalizou Arnav.

*Foto: Divulgação

Como acabar com seu analista sem sofrimento

como acabar com seu analista sem sofrimento

Após anos de análise, às vezes, existem pacientes que não querem mais levar adiante o tratamento e optam pelo encerramento. O analista tenta fazê-lo mudar de ideia, porém a pessoa está irredutível. O que fazer neste momento?

A maioria das pessoas vai à procura desse profissional quando querem resolver algum problema de forma mais rápida.

As dificuldades são as mais diversas, como um término de casamento, por exemplo. E assim que em sua mente está tudo bem, decidem romper as sessões. Mas será que realmente é a hora certa de encerrar o tratamento?

Os pacientes pesquisam desde psicólogos até aos psicoterapeutas mais alternativos, como os behavioristas. Os últimos são aqueles analistas que tomam por base de estudo o comportamento do indivíduo.

PORQUE QUEREMOS ENCERRAR DE FATO A ANÁLISE?

Como dito acima, os motivos que levam as pessoas a procurarem um terapeuta são vastos, porém quando acham que já sabem de tudo, ou simplesmente que se julga não precisar fazer análise, encerram completamente.

Há aqueles também que percebem que é mais difícil terminar com o analista do que dar um basta numa relação arrastada por anos com o marido.

Hoje em dia, os namoros ou casamentos parecem ter prazo de validade. É muito mais comum as pessoas estarem se divorciando do que comemorando 15 anos de companheirismo.

Às vezes, a relação entre terapeuta e paciente está excelente que leva ao comodismo e estar adaptada àquela situação diária. Por isso, é ainda mais difícil terminar a “relação” de vez e seguir seu próprio caminho sem precisar dividir suas angústias deitada em um divã.

LOGÍSTICA E BLEFES

Com o passar do tempo, algumas pessoas sentem necessidade de criarem um ponto de fuga em vez de lutarem. Ao ponto que ficar para brigar com alguém, também não é a atitude correta a se tomar.

Quando o paciente se dá conta de que não é viver em um constante conflito, e sim, desenvolver formas de lidar melhor com ele, as coisas fluem melhor no dia a dia.

A relação como os animais reagem diante de situações que não sabem lidar são apenas duas: ou fogem ou ficam e lutam até o fim, por uma questão de sobrevivência.

Os seres humanos também se sentem de forma parecida quando são provocados por algo ou outra pessoa. Eles podem fugir e lutar, além de outras habilidades, como: blefar, ameaçar, convencer, mentir e seduzir. Todavia, podem pedir ajuda, definir acordos, celebrar um bom momento, etc.

E muitas dessas capacidades são alcançadas em um processo de análise, que pode ser curto ou longo a depender da relação do terapeuta com o paciente, se há confiança para seguir adiante com o tratamento ou não.

Mas é preciso apontar que nem todos conseguem ter acesso à análise por falta de condições financeiras. Neste caso, a pessoa pode procurar a rede pública e pedir encaminhamento para um profissional que atenda pacientes nessas situações.

*Foto: Divulgação