Conheça 3 atitudes para elevar a autoestima

conheça 3 atitudes para elevar a autoestima

Muitas pessoas têm dificuldade em expor ao mundo que sentem e, consequentemente, não conseguem se comunicar da forma que gostariam. Estes fatores, em alguns casos, estão ligados à baixa autoestima que eles sentem.

Se os seres humanos parassem para pensar por um minuto sequer que este sentimento que lhes causam angústia, podem ser trabalhados, eles conseguiriam tocar a vida de uma forma melhor.

É fazer o efeito contrário: aumentar a autoestima, desenvolvê-la e isto está conectado a se conhecer melhor.

As pessoas tendem a se cobrar muito por n motivos, seja no trabalho ou na vida íntima. Com isso, elas pensam que não possuem valor para outros seres humanos e se isolam. Cada vez mais procuram a solidão.

A dificuldade criada chega a ponto de terem dificuldade de chamarem alguém para sair por não se acharem interessantes o suficiente. Não conseguem ser ouvidos em uma roda de amigos por puro medo e insegurança. É preciso entender por que sentem tudo isso.

Conheça 3 atitudes para elevar a autoestima

Tratamento psicológico

Fazer análise e se abrir com o profissional desta área de saúde pode auxiliar a pessoa com baixa autoestima. O tratamento é feito na intenção que o paciente passe a entender por que cria este tipo de ilusão e cobranças. Além disso, é absorver por que ele perdeu o interesse em si mesmo.

De acordo com o professor de psicologia social Hélio Deliberador, da (PUC-SP):

“Muitas vezes elas se colocam metas que não são factíveis e isso gera frustração. Um processo terapêutico pode ajudar as pessoas a entenderem esse mecanismo de autossabotagem, de estabelecer metas impossíveis”.

Ainda segundo o professor, a pessoa também tem de aprender a lidar comas frustrações que possam surgir em seu caminho. Pois, faz parte da vida se decepcionar com algo ou alguém em determinadas situações. Por isso é muito importante que ela aprenda a ter jogo de cintura nestas ocasiões e saber que deve seguir em frente, independente de qualquer coisa.

Além disso, o ser humano precisa ter em mente que para ter uma boa autoestima ele precisa entender melhor, se conhecer bem. Pois, só assim saberá identificar o que lhe faz bem e traz satisfação pessoal e profissional também.

Por fim, saber se relacionar com o outro faz disso algo mais satisfatório e prazeroso. E também é importante a pessoa saber estar em sua própria companhia.

Momento zen

O ato de meditar pode contribuir para que a baixa autoestima suma de seus pensamentos. Pois, quando a pessoa se conecta a ela mesma, esquece dos conflitos de outrora.

Sobre isso, o professor de ioga e doutor em neurociências pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Rui Afonso, a pessoa que faz meditação consegue se livrar de suas angústias e neuroses.

Ele ainda afirma:

“Neurose é uma leitura errada que a gente faz da realidade. É a desvalorização de si porque você tem um chefe ou uma sociedade que cobra algo muito mais do que você pode dar. Essas leituras erradas da sociedade fazem com que as pessoas tenham um julgamento muito alto e muito crítico sobre si”.

Por conta dos exercícios praticados durante a meditação, o excesso de pensamentos que causavam mal à pessoa são reduzidos. Antes da prática, normalmente, o ser humano está julgando e criando ilusões sobre algo ou alguém. Ou seja, fatos que não condizem com a realidade.

Ao se concentrar nas posturas de meditação e em seu processo respiratório que esta prática exige, consequentemente, a expectativa e julgamentos diminuem.

Praticar atividade física

Por fim, praticar atividade física, seja dentro de uma academia ou ao ar livre, em grupo ou individual, pode auxiliar no aumento da autoestima.

Quando a pessoa enxerga resultado em seu corpo, que está ligada diretamente à estética, ela sente prazer em continuar. Além disso, ela ganha o benefício mais importante: a saúde em dia.

Quem gosta de dançar, pode ser uma boa, fora que nesta modalidade a pessoa faz também novas amizades.

Atualmente, cada vez mais em alta, a corrida de rua tem conquistado mais adeptos. Correr também pode estar ligado à concentração como no ato de meditar. É se desafiar diariamente e esquecer dos problemas por pelo menos uma hora do seu dia.

Agora é identificar quais destas três atitudes agradam mais e colocá-las em prática. O importante é se conhecer melhor, saber seus limites e aceitar que nem tudo são flores e conseguir seguir em frente.

Fonte: Viva Bem – UOL

*Foto: Divulgação

Ciúme: como identificar esta emoção que aflige tantas pessoas

ciúme - como identificar esta emoção que aflige tantas pessoas

Muitas pessoas acreditam que o ciúme é uma forma saudável de demonstrar amor a outra pessoa. Mas isso é um ledo engano, que pode chegar a destruir um relacionamento. E aí vem a pergunta: como identificar esta emoção que aflige tantas pessoas?

Não é uma tarefa fácil admitir a si mesmo que possuir esta condição mexe e muito com a autoestima. Pois, perceber isso é também assumir que é inseguro em relação a alguém se aproxima de seu companheiro ou companheira.

Amor e ciúme não podem andar juntos

É muito comum os casais ou uma parte do casal pensar que quando o outro demonstra ciúme é algo bom. Amor e ciúme não é uma boa combinação. Não é porque a pessoa demonstra este sentimento que ela ama muito seu companheiro (a).

É preciso ter em mente que quando você ama alguém, que quer o bem dela. E não porque você demonstra amor por ela, que a outra parte envolvida tem que demonstrar o mesmo como uma forma de obrigação. É querer o bem do outro, independente de qualquer coisa.

Pois, ter ciúme em excesso é prejudicial e não é uma boa companhia e não acrescenta nada à vida de ninguém.

Mas afinal de contas, o que é ter ciúme de alguém?

Quando uma pessoa se sente ameaçada pela presença de outra que interage com seu parceiro ou parceira. Isso é estar com ciúme. Pois, temos medo que esta pessoa se aproxime a tal ponto de quem amamos e tirá-la de nós. Simplesmente, é o medo de perder alguém.

Quando estamos neste estado, criamos diversas possibilidades em nossa mente que sequer existem. Simplesmente, é criado um triângulo ‘amoroso’ em nossa cabeça, onde nosso parceiro (a) interage com esta outra pessoa. Há ainda o achismo de que eles ficarão juntos, e ainda cria-se a sensação de que está sendo traído (a). Por fim, a pessoa fica encontrando outras razões do próprio relacionamento que dá a sensação de que está indo Poá água abaixo. Isso influencia diretamente no ego da pessoa e faz com que ela se magoe e se irrite muito com toda essa situação.

A imaginação de que o rival é melhor

Uma pessoa ciumenta é capaz de pensar que o rival que se aproxima de seu ‘amor’ é melhor do que ela. Há um sentimento de baixa autoestima e de criar pensamentos ruins.

De acordo com o artigo ‘Celos y emociones: Factores de la relación de pareja en la reacción ante la infidelidad’:

“É provável que o ciúme ocorra em resposta à ameaça de um rival que é considerado superior pela pessoa ciumenta em aspectos que são importantes para o seu autoconceito”.

Ou seja, um ser humano ciumento desenvolverá este sentimento por alguém que julga ser superior a ele. Com isso, é criada aquela sensação de inferioridade e achar que seu companheiro possa justamente se interessar por seu rival por ele demonstrar ‘ser melhor’ que você.

A imaginação chega ao ponto de pensar que o parceiro está dando mais atenção a quem denominamos de rival.

Pequenos detalhes

Muitos não conseguem identificar que é ciumento até realmente acontecer e desenvolver os ‘sintomas’ acima.

É imaginar casos de traição até, em que o parceiro realmente fica com outra pessoa. Porém, você não viu e não tem prova alguma desta relação. É algo que está instalado unicamente em sua mente. É importante neste caso perceber que o problema está dentro de você e não no outro.

No entanto, pode acontecer sim da pessoa quem você se relaciona se apaixonar por outra. Hoje em dia é difícil alguém levar uma relação adiante por tantos anos, por exemplo. É preciso entender aqui também que este fato não tem a ver exclusivamente com você e sim que seu companheiro simplesmente deixou de querer ter um relacionamento com você.

Reações ciumentas

Quando estamos com ciúme de rival, primeiramente desenvolvemos uma raiva por esta pessoa. Mas também podemos criar raiva do nosso próprio parceiro.

Estas sensações dizem respeito ao medo que temos de perder a pessoa amada. Também é instaurado um pensamento de que o parceiro é quem cria tudo isso para nos irritar.

Além disso, chega o ponto em que é identificado o tal sentimento de posse e propriedade em relação a alguém. Aquela velha história, a pessoa diz que ama o companheiro e em troca ‘exige’ que o mesmo lhe dê atenção exclusiva. E esquece que quem ama de verdade quer a felicidade do outro. Não existe posse ou obrigação.

Ser feliz consigo mesmo primeiro

Alguém que não sabe estar em sua própria companhia, que sempre precisa de outra pessoa para ser feliz, consequentemente pode desenvolver um sentimento de posse, o que já sabemos que não é nada saudável.

Portanto, é importante elevarmos nossa autoestima e desenvolvermos mais amor próprio. E se perceber que algo em você não está legal, procure ajuda ou tente entender por que está assim? O que pode fazer para melhorar em relação a isso? Questione-se.

*Foto: Divulgação

Como reconhecer os sintomas de depressão na terceira idade

como reconhecer os sintomas de depressão na terceira idade

A expectativa de vida dos idosos vem crescendo a cada ano e com isso, alguns problemas tornam-se mais recorrentes, entre eles: a depressão na terceira idade.

Muitos deles vivem sozinhos e não tem ninguém para conversar diariamente e passam boa parte deste tempo sem companhia. As visitas de parentes nem sempre são regulares.

Portanto, quando as pessoas com mais de 60 anos começam a ficar mais reclusas e tristes, os mais jovens acham que isso são coisas da idade e que são comuns nesta etapa da vida.

Porém, psicanalistas e psicólogos alertam para que essas reações não sejam enxergadas como normais. Eles devem ser encarados como sinais de problemas com ansiedade e depressão.

Estar atento à saúde mental

Em uma entrevista durante o evento “Congress on Brains Behavior and Emotions”, ocorrido no dia 6 de junho, em Brasília, o psiquiatra Filipi Leles, doutor em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Minas Gerais, afirmou:

“Precisamos desmitificar isso. Não comer direito, ficar recluso e ter uma noite mal dormida não fazem parte de um envelhecimento normal”.

Ainda de acordo com o especialista, o idoso que vive só não significa que vai ficar doente. No entanto, é preciso estar atento sobre os cuidados com a saúde mental.

Estudos

Mesmo que não tenha estudo aprofundado e estatístico que confirme o aumento da ansiedade e depressão na terceira idade, discutir este tema é fundamental nos dias atuais. Pois estas reações demonstradas pelos mais velhos podem estar associadas ao desenvolvimento de demência. Mesmo que não tenha vindo a público uma análise sobre esta questão.

Contudo, não se pode esquecer o fato que algumas pessoas nesta idade já possuem problemas neurodegenerativos. Isso significa que elas podem estar mais predispostas a desenvolverem também doenças de cunho emocional.

Como avaliar se um idoso possui transtornos mentais?

Sobre isso, Leles ressalta:

“Diferentemente do jovem ou adulto, o idoso não vai se queixar de tristeza ou falta de prazer em fazer as coisas”.

Portanto, os idosos não costumam se queixar sobre falta de algo. Nesta faixa-etária, eles costumam reclamar de dores físicas e apresentarem falta de memória, problemas para dormir e comer.

É diferente dos jovens quando estão com depressão e apresentam sintomas mais específicos, ou seja, mais fáceis de serem percebidos.

Como precaver?

Os familiares e amigos podem levar os idosos para passeios ao ar livre, cinema, almoços e jantares, por exemplo. Pois, estar em convívio com outras pessoas é muito importante para estimular a capacidade cerebral da pessoa na terceira idade.

Além disso, os idosos também podem praticar atividade física de acordo com suas limitações e que seja realizada em grupo.

Existem centros de convivência para a terceira idade que podem ser bastante proveitosos pela oportunidade deles estarem com pessoas da mesma faixa-etária.

Por fim, ter um animal doméstico em casa pode animar o ambiente e fazer com que o idoso sinta-se útil em cuidar do bichano, além de um fazer companhia ao outro.

Fonte: VivaBem – UOL

*Foto: Divulgação

Largar a mão do celular pode garantir uma maior sobrevida

largar a mão do celular garante uma maior sobrevida

A maioria das pessoas têm se dado conta o quão pode ser prejudicial passar horas olhando qualquer tipo de coisa no celular. Cada vez mais o usuário de aparelhos móveis tem desprendido muito tempo entrando em mídias sociais.

Segundo uma matéria da jornalista Catherine Price, do jornal The New York Times e publicada no mês passado, estas horas passadas a frente do dispositivo podem acarretar uma série de interferências. Entre elas: autoestima, déficit de atenção, criatividade, memória, produtividade, relacionamentos, sono e habilidade em resolver problemas e tomada de decisões.

Cortisol e Dopamina

Além dos fatores mencionados acima, o excesso de tempo passado ao telefone pode elevar de forma crônica os níveis de cortisol presentes em cada indivíduo.

Antes, o foco das discussões em torno dos malefícios causados pelos celulares estava relacionado à dopamina, que é um neurotransmissor cerebral que nos auxilia a constituir hábitos e também os vícios. Com isso, ela é capaz de fazer com que o ser humano não consiga desapegar do telefone.

O desenvolvimento da dopamina em nosso organismo pode estar atrelado ao uso do smartphone, de acordo com especialistas. Esta ligação é vista em forma de vícios de comportamento.  Porém, este círculo vicioso pode ser ainda mais intenso e preocupante quando produzimos mais o cortisol.

O cortisol é considerado o principal hormônio responsável pela sensação de luta e fuga do ser humano. É ele quem determina as alterações fisiológicas, como elevação da pressão sanguínea, índice glicêmico e frequência cardíaca. Todos eles nos auxiliam no modo como reagimos e sobrevivemos a ameaças críticas no ambiente em que estamos naquele momento.

São efeitos que podem salvar a vida da pessoa, no caso de uma reação física, como desviar de um objeto que possa lhe machucar, e assim por diante. No entanto, o cortisol também é liberado quando passamos por um grande estresse emocional, motivado por ler ou ouvir algo que não lhe agrada e, consequentemente, sua frequência cardíaca é aumentada.

Estudos americanos

De acordo com um estudo do aplicativo de rastreamento Moment, em média, os americanos passam cerca de quatro horas fuçando no celular. Além disso, um relatório divulgado pelo Google aponta que as redes sociais, apps de notícias e servidores de e-mail criam uma sensação de cobrança sobre os usuários, ocasionando um estresse involuntário.

Segundo David Greenfield, professor de psiquiatria clínica na Escola de Medicina da Universidade de Connecticut e fundador do Centro para Dependentes em Tecnologia e Internet:

“Os níveis de cortisol do seu corpo se elevam quando o aparelho está à vista ou próximo de você, quando você o escuta ou mesmo pensa ouvi-lo. É uma reação ao estresse, que é incômodo, e a reação natural do corpo é querer checar o telefone para fazer com que essa perturbação desapareça”.

Mesmo assim, a pessoa vai se tranquilizar por alguns segundos. Em seguida, ela voltará a mexer e terá mais chateações, elevando ainda mais o nível de cortisol. Ao contrário de pensar em parar e se afastar do celular, para acalmar sua ansiedade, ela pegará novamente o smartphone.

Quanto maior o índice de cortisol no organismo, pior. Além disso, o indivíduo  pode desenvolver problemas de saúde, como: depressão, demência, diabetes tipo 2, distúrbios de fertilidade, pressão alta, obesidade, síndrome metabólica, ataques cardíacos e AVC.

Córtex pré-frontal

O estresse influenciado pelo uso excessivo do celular pode comprometer o córtex pré-frontal. Esta região cerebral é a responsável por nossas tomadas de decisão e racionalidade. De acordo com o Dr. Robert Lustig, autor do livro “The Hacking of the American Wild”, é o córtex pré-frontal que nos barra de cometermos atos estúpidos. Quando ele é ‘danificado’, a pessoa pode perder seu autocontrole. Um exemplo é: deixar de enviar uma mensagem para alguém em uma atitude impulsiva e que mais tarde ela se arrependeria.

Bruce McEwen, diretor do Laboratório de Neuroendocrinologia Harold e Margaret Milliken Hatch da Universidade Rockefeller, verificou que há oscilação no período regular de 24 horas em relação à presença de cortisol no organismo. Ele afirmou que a pessoa que dorme menos de sete ou oito horas por noite em decorrência de ficar mexendo no celular, será notório o seu descontrole. E o resultado pode agravar o estado emocional. Chegará o ponto que não será apenas uma perda de tempo checar o smartphone toda hora, e sim, um agravante sério de saúde.

Interrompa o uso de celular

Para quem consegue parar ou diminuir o tempo mexendo no smartphone haverá uma redução dos nivéis de cortisol. Com isso, a ansiedade será melhor controlada, além de impedir que se desenvolva problemas de saúde ligados ao estresse.

McEwen ressalta que com o tempo é possível que a pessoa reeduque seu cérebro com intuito que o nível de estresse não seja mais acionado a qualquer momento.

Um modo de tornar o celular um ambiente menos perigoso e desconfortável é desabilitar as notificações das redes sociais. Apenas deixar habilitada as mensagens que precisa ou deseja ver. É importante também fazer um autoconhecimento e identificar quais aplicativos lhe causa mais ansiedade, aborrecimento. Com isso, você pode simplesmente escondê-los numa pasta que não seja visível na tela principal. Ou se conseguir, delete esses apps por um tempo e retorne quando estiver melhor. É saber utilizar a tecnologia a seu favor e não para estressá-lo.

*Foto: Divulgação / Fotolia

AlterEgo: adesivo é capaz de traduzir pensamentos

adesivo é capaz de traduzir pensamentos

Com a tecnologia passando por dispositivos cada vez menores, a tendência é que daqui um tempo eles sejam capazes de sumir dentro de nossos corpos.

Quem afirma tudo isso é o engenheiro indiano de 24 anos, Arnav Kapur. Estudante do MIT (Massachusetts Institute of Technology), o jovem criou um aparelho de inteligência artificial em forma de adesivo transparente.

O dispositivo é alojado atrás da orelha e é capaz de emitir estímulos passados para um computador que traduz esses sinais. Essa tecnologia, então, transcreve os indícios de uma fala interna da pessoa sem a necessidade de utilizar a voz como instrumento.

Kapur fez uma demonstração mês passado, em Vancouver, no Canadá, durante o TED – evento de design, entretenimento e tecnologia.

“Queria fazer com que computação, inteligência artificial e internet fizessem parte de nós, parte da cognição humana”, afirmou o engenheiro.

AlterEgo

Chamado de ‘AlterEgo’, o aparelho é bastante discreto em relação ao modelo anterior que era colocado no rosto do usuário. Na apresentação do TED, o estudante do Media Lab do MIT, colocou o protótipo no pescoço do assistente de palco.

Kapur deixou claro na demonstração que o dispositivo não lê o pensamento de alguém, e sim que ele interpreta os “sinais neurais” dos músculos da face e das cordas vocais que os seres humanos ativam quando falam sozinhos. Além disso, o engenheiro ressalta que isso é possível mesmo sem o usuário abrir a boca ou mover seu rosto.

Arnav explicou que:

“Os sensores do dispositivo pegam esses sinais internos da cavidade profunda da boca, e o programa de inteligência artificial os traduz e alimenta de volta a resposta via condução óssea para o ouvido do usuário”.

No palco, ele perguntou ao rapaz, que não se movia neste momento, que repetisse a questão internamente. Por meio de um telão era possível ver o aparelho transcrever a pergunta palavra por palavra.

Kapur fez a seguinte pergunta: “Como está o tempo em Vancouver?”. Instantes depois, o assistente respondeu: “Está 15 graus aqui em Vancouver”.

Utilidades do Protótipo

O engenheiro prevê que o AlterEgo possa agregar sua tecnologia ainda mais. Ele citou como exemplos: busca de informações, capacidade de decorar textos, fazer cálculos que só podiam ser feitos pelos computadores, traduções simultâneas, troca de mensagens sem ativar a voz. Além disso, ter a possibilidade de auxiliar pessoas que têm dificuldade no processo da fala.

Reação das pessoas no evento

Ai final do evento, a apresentadora do TED demonstrou preocupação com inúmeras utilidades do aparelho. Segundo ela, a utilização do AlterEgo poderia ser transformado numa espécie de arma ao seres humanos.

Porém, Kapur a tranquilizou e afirmou que:

“Queríamos pensar em design. E mudamos o design. Em vez de ler diretamente do cérebro, o dispositivo lê do sistema neural voluntário, o qual você precisa deliberadamente ativar para se comunicar. Ele não grava ou lê pensamentos”.

Desenvolvido a partir de 2017, o objetivo é que o aparelho possua uma versão menor ainda, finalizou Arnav.

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Como acabar com seu analista sem sofrimento

como acabar com seu analista sem sofrimento

Após anos de análise, às vezes, existem pacientes que não querem mais levar adiante o tratamento e optam pelo encerramento. O analista tenta fazê-lo mudar de ideia, porém a pessoa está irredutível. O que fazer neste momento?

A maioria das pessoas vai à procura desse profissional quando querem resolver algum problema de forma mais rápida.

As dificuldades são as mais diversas, como um término de casamento, por exemplo. E assim que em sua mente está tudo bem, decidem romper as sessões. Mas será que realmente é a hora certa de encerrar o tratamento?

Os pacientes pesquisam desde psicólogos até aos psicoterapeutas mais alternativos, como os behavioristas. Os últimos são aqueles analistas que tomam por base de estudo o comportamento do indivíduo.

PORQUE QUEREMOS ENCERRAR DE FATO A ANÁLISE?

Como dito acima, os motivos que levam as pessoas a procurarem um terapeuta são vastos, porém quando acham que já sabem de tudo, ou simplesmente que se julga não precisar fazer análise, encerram completamente.

Há aqueles também que percebem que é mais difícil terminar com o analista do que dar um basta numa relação arrastada por anos com o marido.

Hoje em dia, os namoros ou casamentos parecem ter prazo de validade. É muito mais comum as pessoas estarem se divorciando do que comemorando 15 anos de companheirismo.

Às vezes, a relação entre terapeuta e paciente está excelente que leva ao comodismo e estar adaptada àquela situação diária. Por isso, é ainda mais difícil terminar a “relação” de vez e seguir seu próprio caminho sem precisar dividir suas angústias deitada em um divã.

LOGÍSTICA E BLEFES

Com o passar do tempo, algumas pessoas sentem necessidade de criarem um ponto de fuga em vez de lutarem. Ao ponto que ficar para brigar com alguém, também não é a atitude correta a se tomar.

Quando o paciente se dá conta de que não é viver em um constante conflito, e sim, desenvolver formas de lidar melhor com ele, as coisas fluem melhor no dia a dia.

A relação como os animais reagem diante de situações que não sabem lidar são apenas duas: ou fogem ou ficam e lutam até o fim, por uma questão de sobrevivência.

Os seres humanos também se sentem de forma parecida quando são provocados por algo ou outra pessoa. Eles podem fugir e lutar, além de outras habilidades, como: blefar, ameaçar, convencer, mentir e seduzir. Todavia, podem pedir ajuda, definir acordos, celebrar um bom momento, etc.

E muitas dessas capacidades são alcançadas em um processo de análise, que pode ser curto ou longo a depender da relação do terapeuta com o paciente, se há confiança para seguir adiante com o tratamento ou não.

Mas é preciso apontar que nem todos conseguem ter acesso à análise por falta de condições financeiras. Neste caso, a pessoa pode procurar a rede pública e pedir encaminhamento para um profissional que atenda pacientes nessas situações.

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Inteligência emocional e o mercado financeiro

inteligência emocional e o mercado financeiro

É preciso ter inteligência emocional para investir em ações do mercado financeiro.

Cada vez mais as pessoas tem tido dificuldades em saber o que é certo e errado em transações que envolvam muito dinheiro.

Executivos são bastante cobrados para manterem um lucro sempre elevado das empresas que representam.

Por essas e outras razões que quem trabalha nesta área que exige sangue frio em alguns casos numa tomada de decisão, acaba perdendo o foco e adoece.

Como em qualquer segmento de atuação é bom manter a calma e respirar fundo antes de decidir qual o melhor rumo para um novo projeto.

A meditação e a respiração que envolve métodos da prática de yoga são grandes aliados na hora de tomar uma decisão importante.

COMO PODEMOS MEDITAR DIARIAMENTE

Atualmente, não é necessário participar de uma aula de meditação ou yoga para quem não tem tempo por ter um dia sempre agitado no trabalho.

Neste caso, ao se levantar você pode tirar uns cinco minutos e praticar esvaziar a sua mente e apenas respirar profundamente.

Não é fácil logo de cara chegar a este ponto.

Mas é preciso persistência para alcançar qualquer objetivo em nossas vidas.

Portanto, com a meditação e yoga, também exige concentração e paciência.

O resultado pode ser muito gratificante para alguns e que pode acarretar num maior rendimento diário em seu trabalho.

Para quem é adepto do uso de internet também pode seguir este métodos para se acalmar em vídeos postados em canais específicos do Youtube.

Este conteúdo produzido especialmente para esse público alvo surte efeito e prova que quando se quer atingir uma meta só depende de nós mesmos.

ASSUMIR OS RISCOS

Quando entendemos a melhor linha de raciocínio para investirmos no mercado financeiro, assumir os riscos se torna uma tarefa mais fácil do cotidiano.

Estudar muito bem um segmento antes de fazer uma aplicação alta é de suma importância para que a médio ou longo prazo se consiga recolher um bom rendimento.

Para o empresário, Alberto Guth, dono do conglomerado Angra Partners, saber pontuar um investimento de alto risco em relação ao mercado de “private equity”, por exemplo, exige persistência, habilidade e equilíbrio para colher os frutos lá na frente.

PARA OS MAIS CAUTELOSOS

Para quem não se sente ainda preparado para investir em títulos que exige uma grande quantia de dinheiro, pode começar por pequenas aplicações de renda fixa.

Neste quesito, dificilmente se perde uma somatória que engesse investimentos futuros.

Ao contrário, esse tipo de aplicação é ideal para quem pretende mexer no dinheiro somente daqui uns anos, como no caso de uma aposentadoria, escolhendo a opção de uma previdência privada ou investir no tesouro direto.

Hoje em dia, é comum ver os pais ensinarem a seus filhos a importância de poupar dinheiro desde cedo, começando pela mesada.

Pequenas medidas como essa fazem com que as crianças já tenham uma certa noção de economia criativa.

E quando atingirem a maioridade, já podem optar com mais segurança no que devem investir para o bem de sua própria carreira ou um sonho de continuar os estudo fora do país.

*Foto: Divulgação

Como funciona a biblioterapia?

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Você já imaginou quantos benefícios aquela história que você tanto gostou de ler trouxe para a sua mente? Essa é a proposta da biblioterapia, ela cria pontes de cura e cicatrização através da leitura de livros orientados, a técnica ajuda a melhorar a vida de pacientes com problemas de saúde mental, amplia o conhecimento, além de ser uma distração curativa.

Se essa é a primeira vez que você ouve falar nesse termo, saiba que os benefícios da biblioterapia já são estudados desde meados do século 20. A ideia é que a  pessoa identifique através da leitura diversos cenários para um mesmo problema, enxergando as suas possibilidades e soluções. Ao projetar essas situações, o paciente pode ser levado a catarse, mudanças de humor, identificação e introspeção.

No Brasil a biblioterapia ainda anda a passos curtos, mas em Portugal já existe uma clínica com profissionais especializados em biblioterapia. As sessões oferecem orientação e a prescrição de livros, o tratamento é indicado através de uma avaliação do quadro clínico do paciente, seu estado físico, hábitos de leitura, autores e obras favoritas.

Tipos de biblioterapia

A biblioterapia é dividida em dois tipos: clínica e desenvolvimento pessoal. O primeiro caso é mais aplicado em ambiente hospitalar nos pacientes que sofrem com transtornos de humor e com transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Nessa linha, o terapeuta indica livros com um tema específico que ajudam o paciente a criar foco e adequar as situações descritas na história com a sua realidade.

No segundo caso, o terapeuta aplica a técnica focado na evolução pessoal do paciente e a linha não se restringe a hospitais, podendo ser aplicada em grupo ou de forma individual. Esse tipo atua de forma preventiva ou corretiva, desenvolvendo o crescimento pessoal do paciente através de exercícios de aprendizagem, como por exemplo, técnicas de meditação, como falar melhor em público, entre outros.

Benefícios da biblioterapia  

Essa prática terapêutica busca levar ao paciente respostas para os seus problemas internos de uma forma lúdica e enriquecedora. Ao começar uma nova história, a pessoa vai perceber que durante aquele tempo dedicado a leitura, seja ele quanto for, ele estará livre de alguns pensamentos destrutivos e repetitivos. Para entrar na narrativa e se concentrar no livro é preciso criar espaço na mente, sendo assim, aqueles problemas poderão ser afastados por alguns instantes.

Além disso, a biblioterapia ajuda a suavizar questionamentos e orienta na solução de problemas que, muitas vezes, pareciam impossíveis de serem resolvidos. Quem experimenta essa técnica vivência o seu crescimento emocional, momentos de serenidade, amplia a sua capacidade de reflexão e cria impulsos para seguir em frente.

“Acalme-se”: técnica ajuda pessoas com crises de pânico

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O coração acelera, a mão começa a formigar, tremer, derrepente você é tomado por uma sensação de falta de ar e quase morte, que muitas vezes não tem origem nem explicação. Esse é o pico de uma crise de ansiedade ou de pânico que se aproxima e, normalmente, o caminho mais fácil ou, na verdade, a única opção que você enxerga no momento é tomar o Frontal ou o tão conhecido Rivotril. Envolto ao sentimento de culpa que não passa, não se sabe o que é pior, a crise ou o efeito “grogue” que o medicamento deixa.

Para te ajudar a fugir um pouco dos psicotrópicos, vou te ensinar uma técnica comportamental conhecida como “Acalme-se”. Ela auxilia no controle das crises, especialmente no início do tratamento quando elas são mais frequentes. Cada letra corresponde a uma ação que você pode ter diante da crise, nesse sentido, começamos pelo “A”, que significa a aceitação do problema, muitas vezes não queremos encará-lo como algo real, e isso faz com que a cura fique cada vez mais longe. Quando todos os sintomas começarem, aceite a chegada deles e entenda que tudo vai passar.

A letra “C” significa contemplar tudo o que está a sua volta, ou seja, na hora da crise você acaba prestando mais atenção na tremedeira ou na respiração mais forte, dando mais valor para os sintomas do que para as situações que estão acontecendo ao seu redor. A dica é deixar acontecer com o seu corpo o que tiver que acontecer, eu sei que é muito difícil, tente não se julgar, você sabe que tem um problema e ele não te representa como indivíduo.

Logo após vem o segundo “A”, que significa agir de acordo com a sua ansiedade, não se deixe paralisar pela crise, ou seja, tente manter a sua rotina apesar dela. Eu sei que muitas vezes os sintomas físicos são intensos, mas dentro dos seus limites, não deixe esse quadro dominar a sua rotina. Vale ressaltar que toda crise de pânico tem uma duração específica para acontecer, ou seja, ela atingi um pico e após um certo tempo vai reduzindo.

Pela ordem, agora nós temos o “L”, que quer dizer liberar o ar de seus pulmões bem devagar. É natural durante uma crise acontecer a hiperventilação, ou seja, a respiração rápida ou muito profunda, o correto nesse momento é inspirar normalmente, soltando o ar bem lentamente até o esvaziamento completo dos pulmões. O “M” da técnica “Acalme-se” significa manter os passos anteriores, ou seja, repita sempre que preciso todas as letras vistas até aqui.

O penúltimo “E” quer dizer examine seus pensamentos, ou seja, verifique se você não está antecipando situações difíceis que, muitas vezes, não tem chances de acontecer. Por exemplo, toda vez que você tem uma crise de pânico você treme e tem medo que as pessoas reparem e fica só pensando nisso, mas muitas vezes isso nem passou pela cabeça de ninguém, na verdade, pode ser que as pessoas nem repararam que você estava em uma crise. Reflita melhor quando esses pensamentos surgirem e tente repetir que é apenas uma crise e que ela vai passar.

A letra “S” quer dizer sorria, você consegue passar por toda a sua rotina com esforço e dedicação, apesar dessa doença, por isso, se permita sorrir mais. E para fechar temos o “E”, que significa esperar o futuro simplesmente como ele tiver que ser, sem medo, a ansiedade infelizmente faz parte da vida, mas você está preparado para ela.

 

 

[Infográfico] Saiba como praticar o mindfulness

Há 1 ano uma prática de meditação cruzou o meu caminho, o mindfulness , técnica que ajuda a melhorar a saúde e a concentração na prática de esporte, no ambiente profissional e nos estudos. A ideia é conseguir atenção total no presente, em cada som, sensação, cheiro, pensamentos, ou seja, ter consciência de si mesmo.

A mente de pessoas ansiosas, por exemplo, acabam tomando vida própria e levando a pensamentos fantasiosos do futuro ou vivendo em eventos do passado. Essa prática pode auxiliar nesses quadros, vale lembrar que pessoas com problemas de saúde mental devem usar esse método apenas como complemento, é importante procurar ajuda profissional.

Para começar a praticar esse tipo de meditação, você precisa ter um propósito, pode ser a atenção total em sua respiração, lembrar de algum momento da sua vida ou se concentrar em uma emoção. Pessoas que levam consigo essa prática apreciam o aqui e agora, vivem mais intensamente, reduzem dores crônicas, sentem menos estresse e possuem inteligência emocional mais desenvolvida.

Então, respire fundo e comece a praticar o mindfulness com esse infográfico!

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